CANAL MEMÓRIA DA TV (escolha uma atração para assistir)

CONTROLE REMOTO (especial) - TÚNEL DO TEMPO

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

TELEVISÃO REDESCOBRE O TALENTO DE GOLIAS
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Só mesmo um ícone do humor brasileiro para fazer a televisão brasileira ressuscitar bons momentos de sua história. A escassez de talentos na atualidade faz a TV apostar em velhos programas para aquecer sua audiência e ao mesmo tempo reviver ótimos momentos de talentosos profissionais do riso.
Recentemente as emissoras Band e SBT desengavetaram humorísticos comandados por Ronald Golias. Enquanto a primeira buscou em seus arquivos dos anos 80 o hilariante "Bronco" como atração dominical, a segunda preencheu seus finais de tarde com as reprises da "Escolinha do Golias". Quem ganha é o telespectador.
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VÍDEO
Golias, Nair Bello, Renata Fronzi e Anselmo Vasconcelos no humorístico "Bronco", atração dos anos 80 na Band.


1993










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A VOLTA DE RAQUEL
A gêmea má reaparece e ameaça a felicidade de Ruth e Marcos.
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Revista Amiga (1993)


1998
A COZINHA MARAVILHOSA DE OFÉLIA ANUNCIATO

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RECEITA DE SUCESSO DE OFÉLIA ANUNCIATO
Escrito por Carolina Arêas e publicado pelo Jornal do Brasil (16/01/98)

Quituteira completa quatro décadas no ar.

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Ofélia é que é mulher de verdade. E ninguém nunca passou fome ao seu lado. De grão em grão, tempero em tempero, toucinho em toucinho, a cozinha maravilhosa de Ofélia Anunciato completa 40 anos de televisão, conferindo-lhe o título de mais antiga apresentadora de culinária da televisão brasileira. "E foram 40 anos ininterruptos", orgulha-se Ofélia.

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O gosto pela cozinha veio cedo. Aos 8 anos puxava um banquinho de madeira e se debruçava sobre o fogão da fazenda da família em Garça, interior de São Paulo. "Mamãe morria de medo de eu me queimar. Ficava sempre por perto", lembra, rindo. Aos poucos, os quitutes começaram a ser desejados por toda a família.

Profissionalmente, Ofélia começou com a coluna diária Um docinho para mamãe, no Tribuna de Santos, em que, por nove anos, ensinou a petizada a preparar petiscos. Estreou na TV numa emissora que transmitia apenas para o litoral paulista. A primeira receita foi um tender à califórnia. "Não havia tender no Brasil. O dono da emissora, Vitor Costa, trouxe da Argentina", recorda. Pouco depois foi convidada a ir para a TV Tupi, onde ficou 10 anos.

Há três décadas pilota A cozinha maravilhosa de Ofélia na Bandeirantes, apresentado atualmente de segunda a sexta, às 10h15. E só repetiu as receitas muito pedidas pelo público, como o bolo de chocolate e rum e as rosquinhas de São João. "Tem também uma bacalhoada que é tiro e queda", diz, calculando, por alto, que tem no caderninho cerca de 20 mil receitas.

Para engrossar o caldo da criatividade, Ofélia pesquisa e viaja o mundo todo. Nos 14 livros que levam seu nome, ensina os segredos das cozinhas brasileira, portuguesa e italiana. No ano passado, foi premiada com o Jabuti na categoria Produção Editorial, com Ofélia, o sabor do Brasil. "Na Feira de Livro de Frankfurt, o livro foi considerado um dos 13 mais lindos do mundo", festeja.

"A cozinha brasileira é a mais farta do mundo", diz, puxando a brasa para sua sardinha. E revela que, apesar dos pratos típicos baiano serem os mais conhecidos dentro e fora do país, a cozinha capixaba é a melhor, em sua opinião. "É leve e saborosa", define.

E não nega fogo quando precisa cozinhar em casa. "Nas comemorações de família, divido o fogão com minha filha." Só não tem paciência para as várias festas para as quais é convidada. É que, sempre que chega, é cercada por pessoas que querem falar de, exatamente, comida e televisão. "Estou enjoada disso. Não dá nem pra comer em paz", ri.

Nestes 40 anos de fogão, Ofélia nunca perdeu a ordem na frente da televisão. "Sou muito organizada. Nunca deixei cair uma colher de chá no chão", garante. E até hoje vibra com o que acontece ao fim de cada programa: "É só apagar a luz da gravação que o estúdio lota. Todo mundo quer comer o que preparei."

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NOTA
A culinarista Ofélia Anunciato faleceu no dia 26/10/98, no mesmo ano em que esta reportagem foi publicada. Ela morreu por decorrência de um infarto do miocárdio.
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Foto: Museu da TV
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IMAGENS DO PASSADO


OS PROFISSIONAIS DA TELEVISÃO AO VIVO

Eles são de um tempo em que as falhas eram imperdoáveis. Aprenderam a fazer televisão de uma maneira que poucos, ainda hoje, se atrevem a fazer.
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Carlos Alberto e Yoná Magalhães


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Riva Blanche..............Theresa Amayo

Paulo Moreno
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Fotos: Amiga (1997)
SEXY
LUIZA BRUNET
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A modelo Luiza Brunet ganhou alguns papéis na TV nos anos 90. "Araponga" (1990) marcou sua estréia na televisão; em "O Mapa da Mina" (1993) ganhou um papel sob medida: a balconista Nadir, que acaba virando uma top-model; em 1997, na novela "Anjo Mau" fez seu papel mais importante: a socialite Teresa Novaes, que faz de tudo para ocultar seu passado por ser filha de uma negra.
Ao longo de sua carreira como atriz, Luiza provou que realmente é uma ótima modelo.
.luiza brunet, sexy
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Revista Amiga (1987)

quinta-feira, 30 de agosto de 2007


JORGE LOREDO PROVA QUE NÃO É SÓ MAIS UM ROSTINHO BONITO NA TV!
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Revista Contigo! (1999)

terça-feira, 28 de agosto de 2007

1977
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JUSTINA E ARNALDO: MÃE E FILHO UNIDOS PELA MESMA DOR
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Revista Contigo! (1977)




IMAGENS DO PASSADO
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LÍDIA BRONDI e FÁBIO JÚNIOR
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Foto: Revista Manchete (1987)
Fonte: Balaio do Carl Ole
A HISTÓRIA DA TV CONTADA EM CAPÍTULOS
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CAPÍTULO 19 - AS MINISSÉRIES BRASILEIRAS (parte 2)
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MUSICAL
MAYSA
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O sucesso de Maysa Matarazzo atravessou fronteiras. Neste vídeo, ela aparece na televisão Japonesa, em 1959, cantando um de seus maiores sucessos: "Meu Mundo Caiu".
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Agradecimentos: site Bossa Brasileira

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

FOTO HISTÓRICA


Tony Ramos (Luciano) e Elaine Cristina (Andréa) na novela "Ídolo de Pano" (1974) - Rede Tupi..
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Foto: Revista Sétimo Céu (1978)
1996









CONFIRA O QUE ROLOU NA SEMANA DE 03 a 07 DE JUNHO DE 1996 NA NOVELA DA BAND!
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Revista Contigo (1996)

domingo, 26 de agosto de 2007

1993


SILVIO SANTOS SE PREPARA PARA COLOCAR O SBT EM PRIMEIRO LUGAR!
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Revista Contigo! (1993)
2000

OSCAR MAGRINI É DEMITIDO DA REDE GLOBO!

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Revista Contigo! (2000)
TRILHAS


TE CONTEI? - NACIONAL (1978)
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"Te Contei?" vem de uma safra de trilhas de novelas em que as músicas eram conhecidas pelos telespectadores através da própria novela e seus personagens. A seleção de repertório está longe de ser uma coletânea de sucessos da MPB. Pelo contrário, grande parte das músicas do disco são de gosto duvidoso, de intérpretes bem populares (pra não dizer brega) e muitos deles desconhecidos do grande público na época. Ainda assim, as canções são bem simpáticas e bem adequadas aos personagens da obra de Cassiano Gabus Mendes. Aqueles que tiveram o privilégio de assistir à novela, certamente vão imaginar o rosto dos atores ao ouvir as canções da trilha, recentemente lançada em CD pela Som Livre.

Vamos começar com a parte boa do disco, ou seja, as exceções. "De Mim prá Você" é uma bela canção que beira a disco music, a coqueluche do final dos anos 70. A canção é do último disco do Secos & Molhados, antes do grupo se dissolver definitivamente; "Foi Assim" também é uma bonita canção que ganhou a bela interpretação de Fafá de Belém. Não há como não pensar no personagem Pedro, vivido por Hélio Souto, carregando suas ferramentas de encanador e na louríssima Ana Paula (Maria Della Costa); "Longas Conversas", do gaúcho Hermes Aquino, é outra grande surpresa do disco. A frase "Já não precisas mais voltar, pois na tua volta quase nada vais achar/ Já não preciso de você/Me fiz poeta inspirado no sofrer" embalava os momentos de solidão de Joca (Kito Junqueira); "Só Você" é outra canção melódica e com um belíssimo arranjo da ex-empregada doméstica Lady Zu, figurinha fácil na onda da discoteca nacional daquela época.

De resto, o que se ouve no disco são canções com bonitas melodias, mas pobres em letras e arranjos: "Cara de Pau", de Ana e Ângela, é tão safada quanto o cego Léo, personagem de Luiz Gustavo; "Solidão", tema de Adelita (Estér Góes) traz a bonita voz de Rosimary; "Desencontro" tema de Luciana (Suzana Vieira) é defendida por Vanusa e "Não Consigo", que fez muito sucesso na época, pelo grupo Impacto.

Uma seleção de músicas populares, de ritmos fáceis de gravar e cantarolar e sem muita qualidade fazem de "Te Contei?" uma trilha para cair no esquecimento. "Entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Quem quiser que compre outro", o que aliás, deve!

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Curiosidade: esta trilha é a última a conter o logotipo antigo da gravadora. O centro do vinil era com o fundo verde, trazendo o desenho do famoso espiral azul, que funcionava também como hipnotizador para os mais sensíveis. A trilha de "Te Contei?" internacional já vinha com o logotipo definitvo da Som Livre, com o centro do disco tendo um fundo branco, mostrando um grande "S" em diferentes tons de azul.

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Guilherme Staush
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Foto: Dusty Groove America

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sábado, 25 de agosto de 2007

SAUDADES

OSMAR DE MATTOS
............(1958 - 1980)
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Não foi nada difícil para Osmar de Mattos entrar para a televisão. Basta dar uma olhada na foto do rapaz para entender o porquê de seu sucesso. Tudo aconteceu rapidamente na vida do ator. Em sua primeira atuação no cinema, no filme "A Morte Transparente" (1978), teve a chance de contracenar com a atriz Bibi Vogel (1942 - 2004). No mesmo ano estreou na TV em um dos maiores sucessos da teledramaturgia, "Dancin' Days". O crescimento de seu personagem na novela indicava uma carreira promissora.
No entanto, o sonho acabou para o jovem ator em 1980, quando Osmar foi vítima de um acidente automobilístico na época em que fazia a novela "As Três Marias" (1980-1981).
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Revista Ilusão (1978)
1989











DOIS ASSASSINATOS ESQUENTAM A NOVELA DAS 8!
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Revista Contigo! (1989)
Colaboração: Marcelo R. Almeida (scans)


terça-feira, 21 de agosto de 2007

1987












BREGA & CHIQUE
Rosemary pode se apaixonar por Luiz Paulo.

DIREITO DE AMAR
Paula arma um plano para ser flagrada na cama com Adriano.

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Revista Amiga (1987)




1977
IRENE RAVACHE
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Revista Contigo (1977)

domingo, 19 de agosto de 2007

NOVA ENQUETE
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VOCÊ DECIDE
Vote na enquete (inserida na barra lateral do blog) para ler reportagens de sua novela preferida!
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sábado, 18 de agosto de 2007










AS EMOÇÕES DA NOVELA NA SEMANA DE 24-29 DE NOVEMBRO DE 1997


Revista Contigo (1997)
A HISTÓRIA DA TV CONTADA EM CAPÍTULOS

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CAPÍTULO 18 - AS MINISSÉRIES BRASILEIRAS (parte 1)

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VÍDEO

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DESCONTRAÇÃO NOS BASTIDORES DA MINISSÉRIE JK

Uma das cenas mais hilárias de JK certamente não foi vista por quem assistiu à minissérie.
Em um momento de descontração, os atores Wagner Moura, André Frateschi, Marcelo Laham e Mateus Solano deram um show nos bastidores da minissérie, fazendo o "Funk do Jussa", um grande sucesso no YouTube.

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Wagner Moura e seus rapazes no "Funk do Jussa".
É o funk do Mourão...

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BAIXE O VÍDEO (12,9M)
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Para assistir ao vídeo no YouTube CLIQUE AQUI
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1982

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OS BASTIDORES DA TV COM NELSON RUBENS E SILVIO SANTOS

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Revista Amiga (1982)
SEXY
JOSÉ WILKER
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José Wilker também fez parte do cast masculino que posou para a revista Sétimo Céu, que no final dos anos 70, trazia um pôster sexy dos galãs da época em suas edições.

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Revista Sétimo Céu (1978)
IMAGENS DO PASSADO
RICARDO BLAT
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Ele já foi assim ...
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Revista Contigo (1977)

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

FOTO HISTÓRICA

Hélcio Magalhães, o ator que viveria o personagem "Elle" na minissérie "O Marajá", que contaria o impeachment do presidente Collor.
Produzida pela Rede Manchete e programada para estrear em 1993, a minissérie nunca foi ao ar por ter sido proibida pelo próprio presidente Collor.
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Foto: Revista Amiga (1993)
Informações: Site Teledramaturgia
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1994
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REGINA DUARTE E ANTONIO FAGUNDES JUNTOS DE NOVO?
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Rede Globo prepara remake de "A Viagem" e quer Regina Duarte para viver Diná, a protagonista da novela.

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Revista Amiga (1994)
PERSONAGENS INESQUECÍVEIS
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PERPÉTUA (Joana Fomm) na novela "Tieta" (1989) - Rede Globo
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Perpétua é filha de Zé Esteves e viúva de Major Cupertino.
Mesquinha, invejosa e autoritária, se acha no direito de comandar a vida de todos. Não sossegou enquanto não conseguiu escorraçar Tieta, "aquela que se diz sua irmã", de Santana do Agreste. Hipócrita até o último fio de cabelo , que aliás ela nem tem, a falsa beata só olhava para o próprio umbigo. Suas promessas eram pagas à custa da infelicidade dos outros, e de olho no dinheiro da irmã, que voltara rica para sua terra natal, não exitou em jogar o próprio filho nos braços dela.
Amorzinho e Cinira, suas melhores "amigas", tiveram seus desejos castrados por esse bacalhau seco até o último instante de sua permanência em Santana do Agreste. Depois de ser desmascarada na frente de todos, seus segredos mais íntimos foram revelados. Todo mundo ficou sabendo o que era que esse tribufu guardava com todo o cuidado dentro de uma caixinha em seu quarto...Deixa pra lá...
O que era mais difícil para Perpétua era ver a felicidade dos outros. Uma de suas últimas maldades foi revelar à Carmosina, melhor amiga de Tieta, a verdadeira identidade de seu amante. Perpétua foi direta e categórica: "Tieta pagou Gladstone pra lhe inaugurar!".
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Por onde anda Perpétua? Ninguém sabe, ninguém viu. Dizem que ela foi vista lá pelas bandas de Buraco Fundo. Há quem diga que esse bacalhau seco já foi pro quinto dos infernos e a essas alturas está fazendo companhia para o Major e para Zé Esteves, mas isso ninguém sabe ao certo...

terça-feira, 14 de agosto de 2007



BOLINHA, UMA PÁGINA COLORIDA DA TV
Escrito por Eduardo Elias
Publicado no jornal O Estado de São Paulo (05/07/98)

Estilo escrachado do apresentador, morto na quarta-feira, fez sucesso durante mais de 30 anos Escrachado, agitado, brega, espontâneo, polêmico. Muitos foram os adjetivos que definiram Bolinha durante os 31 anos em que ele atuou na TV. Mais do que tudo isso, o apresentador foi um fenômeno. Ao lado de Chacrinha, foi responsável por um estilo que marcou época.

Bolinha morreu na quarta- feira (02/07/98), aos 62 anos, depois de lutar por três anos contra um câncer no aparelho digestivo. Deixou duas filhas. E uma legião de fãs que acompanhavam semanalmente as atrações e os concursos de seu programa, com o inconfundível reforço de suas dançarinas, as boletes. Só na Bandeirantes, de onde saiu do ar em 1994, Bolinha comandou seu programa por 20 anos. Trabalhou também na Excelsior e na Record.

Filho de sírios, Edson Cabariti (seu nome verdadeiro) foi feirante, engraxate e cobrador de ônibus. Ganhou o sonoro sobrenome Curi quando começou a trabalhar no rádio, em Araçatuba, no interior de São Paulo, aos 17 anos. Nove anos depois, em 62, mudou-se para a capital. Chegou à TV Excelsior no ano seguinte, no comando de programas de boxe e luta livre - imitando o estilo americano em que o apresentador, de terno branco e gravata borboleta, exagera na emoção. Estreou seu programa de auditório em 67, quando foi convocado para substituir Chacrinha.

Bolinha era um vendedor nato. Careca desde os 25 anos, ele convencia telespectadores a comprar uma solução capilar. "Já vendi suspensório para cobra", costumava dizer. E lucrou com isso: recebia cerca de 20% de cada comercial. Também fazia entre 10 e 15 shows por mês pelo País, com uma caravana de quase 30 pessoas. Mas não gostava de contar vantagem. "Sou um homem simples e gosto do que faço: não quero ser um defunto rico", declarou, em 90, ao Estado.

Nos dias de gravação, só tomava líquidos. Tinha 1,89 metro e chegou a pesar 146 quilos. Suava muito - e, para disfarçar, preferia usar suas folclóricas camisas coloridas. Tinha mais de 100. As más línguas diziam que ele não as lavava muito. Ele respondia que seu desodorante era potente.

Também foi Bolinha o primeiro a mostrar travestis na TV. Apesar de brincalhão (adorava fingir que era gay), apresentava o mais sério concurso de calouros da TV. Tratava candidatos como se fossem estrelas. De seu "liquidificador musical" saíram Luiz Ayrão, Jessé, Sula Miranda, Gilliard e Ângelo Máximo.


VÍDEO
Show de transformistas no quadro "Eles & Elas", do programa "O Clube do Bolinha" (1993).

Vídeo: Mofo TV

domingo, 12 de agosto de 2007

1985
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TEM FESTA NO APARTAMENTO DA GATA!
Na recepção de Jô Penteado, quem faz a festa é a Televina!
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Revista Amiga (1985)


IMAGENS DO PASSADO


O ótimo blog MÚSICA POPULAR traz uma postagem sobre a publicidade e os artistas nos anos 70, com ótimas fotos de artistas consagrados da TV, como Francisco Cuoco e Sônia Braga, ajudando a vender os mais variados produtos. Vale a pena conferir!
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Confira as postagens clicando nos links abaixo:
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Fotos

sábado, 11 de agosto de 2007

AS MUDANÇAS NAS ABERTURAS DAS NOVELAS
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Há quem pense que a abertura de uma novela seja o cartão de visitas da obra e que, assim sendo, indique a qualidade da mesma, mas nossa teledramaturgia não tem mostrado isso ao longo do tempo. Por um lado, tivemos aberturas belíssimas, como as das novelas "Brilhante" (1981), "Champagne" (1983) e "Os Ricos Também Choram" (2005) , cujas obras em nada refletiam a qualidade dessas aberturas. Por outro lado, novelas de qualidade inegável e de grande sucesso, como "Roque Santeiro" (1985) e "Vale Tudo" (1988) que tiveram aberturas insignificantes, sem o brilho e o êxito alcançados por essas obras.

Algumas aberturas foram modificadas ao longo das novelas, seja por ação da censura ou para imprimir uma sensação diferente no telespectador, algumas vezes acompanhando as próprias mudanças da obra, em busca de mais audiência.
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As tesouras impiedosas não pouparam os closes nas belas pernas da modelo Lenilda Leonardi na abertura de "Te Contei?" (1978), da mesma forma que uma folhinha de parreira muito intrometida tentou ocultar o belo traseiro do modelo Vinícius Manne na abertura de "Brega & Chique" (1987).
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Há casos em que a modificação da abertura se deu apenas no nível sonoro. Em "Pecado Rasgado" (1978), a belíssima canção de Chico Buarque, "Não Existe Pecado ao Sul do Equador", foi vetada no meio da novela e substituída por uma outra música instrumental. Em "Torre de Babel" (1998), a voz suave de Gal Costa tomou o lugar do arranjo vocal pesado, que caracterizava mais o tom violento dos primeiros capítulos da novela. Em "América" (2005), a horrenda versão de Ivete Sangalo para a música "Soy Loco por Ti, América" substituiu a elegante voz de Milton Nascimento cantando "Órfãos do Paraíso", dando mais agilidade à nova abertura, e mais recentemente, "Céu Cor-de-Rosa" na voz de Sidney Magal ajudou a popularizar mais a novela "Eterna Magia".
Pelos dois últimos exemplos citados, conclui-se que nem sempre as mudanças são positivas.
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Houve casos mais radicais, em que a abertura nem mesmo chegou a ir ao ar e já sofreu o veto dos mais conservadores. Em "Sinhá Moça" (1986), a bonita abertura que mostrava uma modelo caracterizada de sinhá moça e um rapaz mulato, com o dorso nu, foi considerada muito ousada, e dela restaram apenas os leques, que foram os detaques principais na abertura que fez parte da novela.
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Guilherme Staush
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VÍDEO

O programa "Vídeo Show", no final dos anos 90, exibiu uma matéria mostrando algumas mudanças sofridas nas aberturas das novelas da Globo.


Agradecimentos pelo vídeo: Willian Bressan e Fernando Shimada .
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