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terça-feira, 27 de setembro de 2011

1994 



A SEMANA na novela 74.5 Uma Onda no Ar (Rede Manchete) - 10/10 - 14/10



Revista Contigo!

domingo, 10 de julho de 2011

1998



Brida começa a desenvolver seus poderes.
Lorens assume presidência da holding.



Revista Amiga (1998)

sábado, 16 de abril de 2011

1997




Chacina em Vargem Grande!


Revista Contigo! (1997).

segunda-feira, 11 de abril de 2011

1995




Julia Saruê: cara a cara com o coronel Felipe Sampaio!



Revista Contigo (1995)

sábado, 19 de março de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

1990















Rede Manchete apresenta:
Toda a sensualidade de O Canto das Sereias.


Revista Manchete (1990)





















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Colaboração: Livio Augusto
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

1992














Camille e Ryan, movidos pela ambição e vingança, unem forças para conquistar o seringal!
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Revista Amiga (1992).

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

1989


ESTRELAS
RAUL GAZOLLA
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A HORA EM QUE SER BONITO SÓ NÃO BASTA


Por: Teresa Tavares (O Globo)
20/08/1989

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Apesar de reunir muitos requisitos para se transformar num símbolo sexual, o ator Raul Gazolla não se importa com isso e acha que sua maior arma para fazer sucesso é o trabalho.

Moreno de olhos azuis, 1,84m de altura e 82 quilos distribuídos de forma harmoniosa, devido à prática de esportes diversos, Raul Gazolla faz sucesso entre as mulheres como o galanteador Alex, personagem que interpreta em "Kananga do Japão", novela da Manchete.
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Não se intimidando com essa popularidade que se estende da ficção à vida real, o ator diz que o fato de vir a se tornar um símbolo sexual poderá ser positivo, "caso seja uma questão bem encaminhada". E não considera isso o mais importante em sua carreira:
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- Cheguei a um ponto em que ser bonito não é o suficiente. O que está contando é o meu trabalho profissional.
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Para interpretar o Alex, Gazolla fez dois testes. Para ganhar o papel, pesou muito o fato de ter 12 anos de experiência em capoeira e muitas aulas de dança, atributos indispensáveis para os malandros de "Kananga", além, é claro, dos 10 anos dedicação à profissão de ator, iniciados nos palcos europeus, com o espetáculo infantil "Amapola", produzido por um grupo brasileiro. Em seguida, ele retornou ao Brasil, onde estreou no musical "Chorus line" e integrou o elenco de mais de dez peças, entre as quais destaca "O arquiteto e o Imperado da Assíria" e "El Grande de Coca-Cola".
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Mas seu nome começou a ser mais conhecido quando participou de novelas, na TV Globo. Após a estréia na segunda versão de "Selva de pedra", num pequeno papel, teve sua melhor oportunidade em "Fera radical", na pele do atlético Marcelo. Atualmente, Gazolla confessa que lamenta não ter tempo de se dedicar aos esportes. A compensação é o caminho que sua carreira está tomando, em seu terceiro trabalho de época, após "O primo Basílio" e os primeiros capítulos de "Pacto de sangue", em que interpretou Fernando Junqueira, um abolicionista do século passado. Sobre o personagem de "Kananga do Japão", ele diz:
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- Carismático e bon vivant, Alex é o malandro de antigamente, bem-humorado, um tipo que já não existe mais. Seu relacionamento com as mulheres é genial. Ele ama todas elas, e não as engana, porque seu sentimento é sincero.
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Gazolla diz que a única semelhança que tem com Alex é o grande amor que sente pelas mulheres:
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- Respeito muito a opinião delas, pois considero que as mulheres têm uma grande sensibilidade.Já tendo se casado três vezes, Gazolla, que no momento vive sozinho num apart-hotel, explica que seu objetivo é encontrar o grande amor, custe o que custar:
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- Seria ideal se desse certo no quarto casamento. Mas, se isso não acontecer, vou tentando até conseguir.
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EM BREVE, UM AMOR DISPUTADO
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Considerando primorosos o resultado de "Kananga de Japão" e a direção de Tizuim Yamasaki e Carlos Magalhães, Raul Gazolla não tem ainda planos definidos para quando a novela terminar, preocupando-se no momento apenas em realizar um bom trabalho. Depois, pensa unicamente em descansar um pouco, antes de iniciar outro projeto.
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Na novela da Manchete, o personagem de Gazolla, Alex, começa a trama envolvido com muitas mulheres, mas aos poucos se transformará, devido à paixão por Dora (Christiane Torloni), que vai disputar com o rico playboy Danilo (Giuseppe Oristânio).
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Exímio dançarino, Alex não sai da Sociedade Recreativa Familiar Kananga do Japão, onde, entre uma dança e outra, perde o que tem - e o que não tem - na mesa de sinuca, sobrevivendo às custas das mulheres que explora.
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A novela pretende recriar toda uma década de grandes acontecimentos, começando com o crack da Bolsa de 1929 e suas implicações para a situação financeira internacional, mas situando isso dentro da vida da Praça Onze do passado, com seus seresteiros e menestréis, os primeiros sambistas e os boêmios da Kananga do Japão, uma espécie de cabaré ou inferninho que, ao longo da trama, receberá ilustres visitas e será a sede dos principais acontecimentos da história.
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

1998












TV Manchete leva o elenco de Brida à Irlanda para as gravações iniciais da novela!


Revista Amiga (1998)


sábado, 18 de setembro de 2010

1991














Marcos Palmeira se transforma no boto Tucuxi para a mais nova produção da Rede Manchete!


Revista Contigo! (1991)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010


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Assista ao capítulo de estreia da novela "Dona Beija", exibida originalmente pela Rede Manchete, em 1986.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010


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Reveja o primeiro capítulo de "Pantanal", novela exibida pela extinta Rede Manchete, em 1990.
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Já disponível no canal Memória da TV!
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

1990
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EXCLUSIVO!
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Revista Amiga publica, em primeira mão, o final da novela "Pantanal"!
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quinta-feira, 15 de julho de 2010


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Reveja os capítulos iniciais de "Kananga do Japão", novela exibida pela Rede Manchete entre 1989 e 1990.
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Os clips estão divididos em 3 partes, e já estão disponíveis no canal!
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Agradecimentos especiais:
Ivan Gomes (pela ripagem e upload)
Neto - Mofo TV (por ceder o DVD contendo os capítulos da novela)
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sexta-feira, 2 de abril de 2010

1991








Cena da minissérie "O Guarani", exibida em 1991, pela Rede Manchete.
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Na cena aparecem os atores Carlos Eduardo Dolabella, Darlene Glória, Leonardo Brício, Caíque Ferreira, Constância Laviola, Luigi Baricelli, Luís de Lima e Angélica.


segunda-feira, 22 de março de 2010

1991








Rede Manchete




DESTAQUE:
Lúcio leva tiro na cabeça!
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Revista Amiga (1991).


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

1987



LEILA RICHERS
A DEUSA DA MADRUGADA
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por Ricardo A. Setti
Jornal do Brasil
18/07/1987

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SÃO Paulo - Existe uma musa do éter nas madrugadas brasileiras. Não é nenhuma das mulheres que ficam peladas no programa de Goulart de Andrade, na TV S. Não é, tampouco, uma das tantas locutoras que, pelo rádio, povoam a imaginação dos motoristas de caminhão que cortam as esburacadas rodovias nacionais com vozes sedutoras a la Tokyo Rose - a locutora japonesa que procurava amansar o ímpeto guerreiro dos pracinhas americanos no Pacifico, durante a II Guerra Mundial.


A musa da madrugada chama-se Leila Richers, a bombshell que a Rede Manchete de televisão encarregou de nos trazer, depois da meia-noite, as (freqüentemente más) notícias do mundo.

Más noticias? Bem, quando é Leila quem anuncia, a coisa muda de figura. Tenho um amigo que cometeu a insensatez de colocar todas as suas economias na Bolsa, e já pude presenciar, um dia desses, a Leila anunciar uma queda bruta de dez pontos no índice das ações mais negociadas enquanto ele assistia à televisão. Pois bem, meu amigo nem piscou ao ficar sabendo que seu patrimônio encolhera. Aliás, piscou sim, mas de puro embevecimento. "Olha lá", disse ele, num assomo de entusiasmo literário, "ela tem aqueles cabelos negros como a asa da graúna de Iracema, de José de Alencar". Perdoe-se a metáfora cafona. E relevemos o fato de que provavelmente os cabelos da moça serão castanhos. Da mesma forma que o falecido deputado José Maria Alkmin dizia que em política não importa o fato, mas a versão, pode-se dizer que em TV não importa a pessoa em carne e osso, mas a sua imagem.


Um outro conhecido meu suspeita ser Leila a prova viva de que a Globo, que é mais poderosa do que a Manchete, tem ali infiltrada uma poderosa quinta-coluna, suficientemente eficiente para manter Leila presa ao noticiário da madrugada. Não fosse tal providência, argumenta ele, e a Leila pudesse passar, com sua irretocável beleza, para a primeira edição do Jornal da Manchete, e a Globo veria só o que é perder audiência. De fato, os muxoxos de Natália do Vale, os arroubos juvenis da Malu Mader e a exuberância madura da Yoná Magalhães na novela "O Outro" são fichinhas perto do ar zombeteiro, da pronúncia irresistível, dos olhos levemente maliciosos e da boca perfeita da Leila Richers anunciando mais um quebra-quebra na Coréia do Sul.


E o charme do visual da Leila Richers, então? Conheço gente que joga uma nota firme, em madrugadas insones, só pra ver quem acerta o estilo do cabelo (Vai ser solto? Com mais ou menos cachos? Com ou sem franja? Preso atrás ou puxado para o lado?), ou então torce as mãos de apreensão esperando a surpresa do dia (ou da noite): será que vai ter uma orquídea na lapela? Ou ela vai vir com uma versão feminina do jaquetão do Sarney?


Soube um dia desses, de outro fanático do fã-clube de Leila. Só para descobrir que segredinhos e confidências ela faz para seu parceiro logo antes dos intervalos comerciais, quando a câmara se afasta dos dois, a voz desaparece e entra o jingle do telejornal, ou então no final do noticiário, quando entram na tela os créditos do programa, mas os dois aparecem conversando sem som, esse arrebatado admirador resolveu fazer um curso para aprender leitura labial. Avaro e guloso de suas descobertas, ele não revela a ninguém o que ficou sabendo.


Por tudo isso, e muito mais, há cada dia mais gente convencida de que essa jovem arrebatou de vez o cetro de musa da madrugada. Provavelmente nem a Xuxa, segundo esse pessoal, teria qualquer chance no horário, mesmo que passasse a dizer "beijinho, beijinho, tchau, tchau" depois de ler um comentário sobre a glasnost do camarada Gorbachev. Quanto a mim, juro que nem ligo para essa apresentadora da Manchete. Aliás, ela é Leila de que, mesmo?


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Fonte: TV Pesquisa (PUC - Rio)


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domingo, 7 de fevereiro de 2010

1991

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Angélica e Leonardo Brício viveram os personagens Ceci e Peri, da obra "O Guarani", de José de Alencar, na adaptação produzida pela Rede Manchete, em 1991.

sábado, 28 de novembro de 2009

1997












Tirana dá Juliana de presente para Baioneta!


Revista Amiga (1997).


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

1986












Vem aí... mais um sucesso da Rede Manchete!
Dona Beija terá Bia Seidl no elenco.


Revista Amiga (1986)