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quarta-feira, 13 de julho de 2011

1983


Cassiano assume o horário das 8, e não agrada!


Revista TV Brasil 


Colaboração: Oscar Gouldman

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

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Assista ao polêmico capítulo de estreia da novela "Torre de Babel", exibido no dia 25 de maio de 1998.
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A ripagem do capítulo foi feita originalmente por mrs dvd.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011


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Novela "Selva de Pedra" completa 25 anos
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O Video Show relembrou hoje (24/02/2011) os 25 anos do remake da novela "Selva de Pedra", escrita por Janete Clair e atualizada por Regina Braga e Eloy Araújo.
A novela teve como protagonistas Tony Ramos (Cristiano Vilhena), Fernanda Torres (Simone Marques / Rosana Reis) e Christiane Torloni (Fernanda).
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VEJA O VÍDEO


domingo, 3 de outubro de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

domingo, 25 de julho de 2010

1990







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Relembre a novela "Rainha da Sucata" (1990), que completou 20 anos no ar.



Revista Minha Novela (2009).






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Colaboração: Danilo Sousa
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

1991














DESTAQUES

Débora briga com Álvaro.
Mário e Helena fingem ser um casal.


Revista Amiga (1991)





domingo, 8 de novembro de 2009

VÍDEO


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A MORTE DE JOSI
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Reveja a morte da personagem Josi (Sílvia Salgado) na novela "O Astro" (1977).
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

FOTO HISTÓRICA


Edu (Tony Ramos) e Maria do Carmo (Regina Duarte) na novela "Rainha da Sucata" (1990 - Globo).


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Foto: Contigo!
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terça-feira, 30 de junho de 2009

1979
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TONY RAMOS
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O ator interpretou "Proposta", "Detalhes", "Outra Vez" e "Café da Manhã", sucessos na voz de Roberto Carlos, no programa "Fantástico" do dia 17 de junho de 1979.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

1999

ESTRELAS

TONY RAMOS
Missão cumprida em Torre de Babel.
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Tony Ramos chega à reta final de mais um trabalho com a sensação do dever cumprido. O ator garante que o rústico Clementino de "Torre de Babel" vai ocupar um lugar especial na galeria dos quase 40 personagens que interpretou ao longo dos 35 anos de carreira. "É um personagem que trabalha com a densidade do amor, tragédia e depois a redescoberta do próprio amor", analisa Tony. Ele tem razão quando diz ter ficado satisfeito com a própria atuação na novela de Sílvio de Abreu. Tony recebeu dois prêmios como melhor ator de 98: na eleição entre os 80 editores de cadernos de TV de todo o Brasil promovida pela TV Press e da Associação Paulista de Críticos e Artes, a APCA. "Fico envaidecido e surpreso com estas duas indicações. É sinal que meu trabalho continua agradando", agradece o ator.


A simplicidade, aliás, é uma das características marcantes de Tony Ramos. Aos 50 anos, ele garante ser avesso a badalações e não se deslumbra com o sucesso. Por isso, faz questão de dividir todas as conquistas com o elenco, direção e autores. "Não é papo furado o que vou dizer: não adianta o cara ser um grande ator, se não tiver uma equipe competente por trás", justifica Tony, esbanjando modéstia. O bom humor e tranqüilidade de Tony são reconhecidos pelos próprios colegas de trabalho e o ator faz questão de mantê-los a todo instante. "A vida sem humor é um pé no saco", filosofa o ator.


Ele só muda o tom da conversa, mas sem perder o equilíbrio, na hora de falar das críticas que "Torre de Babel" sofreu no início. "Malharam o Sílvio de Abreu injustamente", defende o ator. A maior prova para ele são os números do Ibope. Nas últimas semanas, a novela chegou a dar picos de 59 pontos. Para quem imagina que os prêmios conquistados seriam uma repostas para os críticos, Tony faz questão de ressaltar que sempre respeitou a opinião do público e dos especialistas. O que ele não tolera é quando a crítica descamba para o lado pessoal. "Só que não sou do tipo de ator de ficar respondendo. Estou fora", avisa.
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DE OLHO NA TELA
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Tony Ramos reconhece que é um telespectador assíduo das telenovelas. Acompanha praticamente todas as produções e faz questão de rever o resultado de seu trabalho no vídeo. "Assim a gente corrige algumas falhas", ensina Tony. Ele diz que se diverte muito com as produções e cita a atuação de Suzana Vieira, na pele da malvada Branca, em "Por Amor". "Adorava ver a Suzaninha. Ela realmente deu um show", diverte-se Tony.

Não é só Suzana Vieira que merece os elogios de um dos mais consagrados atores da televisão brasileira. Ele também destaca Marcos Palmeira, que interpreta o advogado Alexandre em "Torre de Babel". "É um rapaz dedicado e que já está preparado para protagonizar uma novela", aposta Tony. Os dois trabalham no mesmo núcleo da novela e Tony ressalta ainda a simplicidade e generosidade de Palmeira.

Outro ator que agrada Tony é Leonardo Brício, o pastor Juliano de "Meu Bem Querer". "Tenho ficado impressionado com a sensibilidade dele. É extremamente talentoso", elogia Tony. Ele sugere aos mais jovens a manter a consciência profissional e procurar não se deslumbrar. Também não ficar limitado apenas à tevê e fazer teatro e cinema. Para Tony, todo o processo é importante para a carreira de ator.
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ENTREVISTA
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Você acredita que o público teve um peso decisivo para a reviravolta de seu personagem em "Torre de Babel", que passou de vilão para o bom-moço?

Tony Ramos - Teve gente que se assustou no início, mas nunca deixou de me apoiar e acabou entendendo a proposta do personagem. Ao engordar para interpretar o Juca em "A Próxima Vítima", era uma homenagem e respeito que sempre tive ao telespectador. Ao fazer um assassino eventual, privado de seus sentimentos, era outra maneira de mostrar minha versatilidade. Aí está o segredo do Sílvio de Abreu. Escolhendo a mim, que sempre vinha fazendo personagens heróicos, acabou sendo importante para o sucesso. Ele antecipou algumas mudanças, acho que por causa da pressão do público que passou a torcer pelo Clementino. Mas tudo que estava previsto quando recebi a sinopse está acontecendo. Não houve nenhuma mudança. O Clementino tem quatro momentos: um sujeito que gosta da família e depois vê a mulher o traindo. Depois ele cometeu a loucura do assassinato. E em seguida, é preso. E por último, através do amor de Clara, personagem da Maitê Proença, ele se regenera. Só não posso antecipar o final. Nem mesmo os atores sabem.

No início da novela, Sílvio de Abreu sofreu muitos ataques. Acharam que explorou exageradamente a violência e temas polêmicos como homossexualismo e tráfico de drogas. Como você encarou estas críticas?

Tony - Reagi com muita frieza. Mas o que não consigo é conviver com a intolerância. Muitas destas críticas eram frutos desta intolerância. Fruto da hipocrisia. Mas isto não significa que eu ache que a telenovela tenha que mostrar de tudo um pouco, incluindo cenas de sexo explícito. Não estou dizendo isto. Acho que tem de haver critério, bom senso e, principalmente, ética no horário. Li muitas crítica, mas são raras as que são bem fundamentadas. Muitas são colocadas no âmbito pessoal.

Receber prêmios como melhor ator do ano serve como uma resposta?

Tony - Fico muito feliz em ser escolhido por duas instituições qualificadas com a TV Press e APCA. Realmente isto comprova que meu trabalho continua sendo reconhecido. Mas não vou usar estes prêmios como resposta para aqueles que criticaram a novela no início. Não entro em polêmica e nunca ninguém vai me ver respondendo algumas acusações.

Além de não entrar em polêmicas, você normalmente não costuma fazer laboratórios para os personagens. Por quê?
Tony - Apenas colho opiniões. Se sou um advogado, quero saber como lidar com as leis. Mas não vou ficar duas semanas no Fórum ou dentro de um presídio para saber o comportamento de um detento. Não gosto de me confundir e não sofro com as emoções do personagem. Aliás, depois da gravação, o personagem fica no camarim da empresa.

Mas isso não provoca uma certa frieza?

Tony - Mas tem de ser assim. O ator não pode levar os problemas do personagem para casa. Conheço muita gente que se confundiu e absorveu as aflições do personagem. Meu objetivo é emocionar os telespectadores com minha emoção. A arte de fazer novela é a profissão que escolhi para minha vida. E com o Clementino está sendo assim também. Choro e brigo por ele. Mas, depois da cena, tudo volta ao normal. Eu volto a ser o Tony Ramos e o Clementino vira uma ficção.

Você se identifica com o Clementino de alguma forma?

Tony - A única coisa que eu tenho a ver com o Clementino é a necessidade de preservar a família. De querer ter a tribo por perto sempre reunida. Sou assim. Estas é uma das razões por eu estar tanto tempo trabalhando na televisão. Ter uma família sólida e viver em harmonia. Tenho prazer pela vida, que é um prazer de Deus.

A religiosidade sempre esteve presente em sua vida?

Tony - Com certeza. Não abro mão da minha religiosidade e sou católico. Só que não gosto de falar muito nisto. Se não, vão dizer que estou virando um pregador. Esta é minha receita de vida. Por isso, que não me deslumbro com o sucesso. Não fico cantando de galo. Nós não somos nada. Estamos aqui de passagem. Volto a ressaltar, a vida é bonita e é uma dádiva de Deus.

Voltando à sua profissão, qual avaliação você faz das produções dramatúrgicas de hoje, em relação a quando você começou?

Tony - Hoje existe uma evolução técnica absurda. É mais difícil, pois as cobranças são maiores. O horário também é mais longo. Antigamente, fazíamos um capítulo em 30 minutos. Hoje em dia, o capítulo tem uma hora. A novela é uma das produções mais importantes na grade de programação de uma emissora. E a novela nunca vai perder espaço.

Mas hoje a opinião do público é mais decisiva no andamento de uma novela. Você concorda com esta interferência?

Tony - Claro que sim. Mas sempre o público participou. Novela é um produto interativo. Talvez seja o primeiro produto do gênero. É uma obra aberta. Assim como eram os folhetins, quando eram publicados nos jornais. O autor precisa sentir a reação do público. Mas não pode se ligar apenas nisso. Os autores têm a missão de surpreender o público no final.

Em mais de 35 anos de carreira, existe algum autor com quem você ainda tenha vontade de trabalhar?

Tony - Tenho uma enorme vontade em trabalhar com Aguinaldo Silva e Benedito Ruy Barbosa. Acho os dois grandes craques, mas que infelizmente não tive a oportunidade de trabalhar com eles. Mas como tenho muitos anos de estrada ainda de profissão, espero encontrá-los no caminho. E, quem sabe, para fazer humor. Acho que me dei muito bem quando fiz personagens engraçados como Tonico, em "Bebê a Bordo" e também, o primeiro episódio que originou "A Comédia da Vida Privada".

A poucos dias do final de "Torre de Babel", qual avaliação que você faz de sua atuação?

Tony - Tenho mais de 35 anos de profissão. Imagine o que já fiz na televisão. Muitos se lembram das novelas "A Viagem", "O Astro", "Pai Herói", "Baila Comigo", "Sol de Verão", "Bebê a Bordo", "Rainha da Sucata", "Próxima Vítima", entre outras. São todas que guardo com maior carinho. Só que o Clementino é um personagem que mexeu muito comigo, por todas as mudanças que ele passou no transcorrer na novela. Um cara que viveu o amor e desamor e teve um pai extremamente agressivo. Tudo isso me comoveu muito na hora de atuar. Isto é o que importa na vida do ator. É você estar terminando um trabalho e já ficar com saudades. Isto dá aquela sensação do dever cumprido.
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Fonte: AN Tevê
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

1975





TV Tupi



Aclamada pelo público e atacada pela crítica, "Ídolo de Pano" chega ao final.


Revista Contigo! (1975)


sábado, 14 de março de 2009

FOTO HISTÓRICA


Lili (Elizabeth Savalla) e Márcio (Tony Ramos) na novela "O Astro" (1977) - Rede Globo.
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Foto: Contigo!
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

1991












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Álvaro tem o primeiro contato com Beatriz, sua filha!

Os capítulos de 16 a 21 de dezembro de 1991.
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Revista Contigo! (1991)

sábado, 29 de novembro de 2008

VIAGEM NO TEMPO
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1986
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Viaje no tempo e relembre alguns momentos do remake da novela "Selva de Pedra" (1986).
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Revista Minha Novela (2001).


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Material enviado por Lincoln Bastos.
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domingo, 27 de julho de 2008

FOTO HISTÓRICA
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Pardal (Tony Ramos), Cristina (Carla Camuratti) e o menino Gibi (Fernando Almeida) na novela "Livre para Voar" (1984 - Rede Globo).

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Foto: Revista Amiga

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sexta-feira, 4 de julho de 2008

CENAS INESQUECÍVEIS











Rede Globo (1977/78)

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Márcio (Tony Ramos) discute com seu pai, Salomão (Dionísio Azevedo), e no calor da discussão faz questão de devolver ao pai tudo o que ele lhe deu, e sai de casa completamente nu. Um das cenas mais marcantes da novela de Janete Clair.

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

1975





Romance, ciúme e vida após a morte são alguns dos ingredientes da nova novela de Ivani Ribeiro que substitui "Ovelha Negra", na Rede Tupi!


Revista Amiga (1975)






















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VÍDEO

Trecho da novela "A Viagem" (1975 - Rede Tupi) com Tony Ramos e Eva Wilma.



Vídeo: mcilio
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quinta-feira, 20 de março de 2008

FOTO HISTÓRICA
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Três gerações da família Hayala: Márcio (Tony Ramos), Chiquinho (Vivian Scofano) e Salomão (Dionísio Azevedo) na novela "O Astro" (1977/78) - Rede Globo.
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Curiosidade: Salomão Hayala já havia morrido quando Chiquinho, filho de Márcio e Lili (Elizabeth Savala) nasceu. A reunião dos três atores para esta foto aconteceu quando Dionísio voltou ao estúdio para gravar as cenas finais da novela, quando o assassino de Salomão era finalmente revelado.
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terça-feira, 11 de março de 2008

FOTO HISTÓRICA
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O beijo de Téo (Tony Ramos) e Diná (Eva Wilma) na primeira versão da novela "A Viagem" (Rede Tupi - 1975).
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