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domingo, 12 de junho de 2011

1972 



Relembre a novela "Uma Rosa com Amor", de Vicente Sesso.



Revista Minha Novela


Colaboração: Livio Augusto



sábado, 16 de abril de 2011

FOTO HISTÓRICA



Rosimary (Glória Menezes) e Rafaela (Marília Pêra) na novela
"Brega & Chique" (1987 - Rede Globo)



domingo, 28 de novembro de 2010

1971


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O real e o imaginário na trama de "O Cafona".
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TV Brasil (2009).
Colaboração: Livio Augusto
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sábado, 23 de outubro de 2010

1974

 



Uma simples empregada doméstica transformando a vida de uma família inteira!


Revista TV Brasil (2010).

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

1972

 



Relembre a novela "Uma Rosa com Amor", exibida pela Rede Globo entre 1972 e 1973.


    Revista TV Brasil (2009)


Colaboração: Livio Augusto
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

1972










Relembre a novela Bandeira 2, exibida entre 1971 e 1972, pela Rede Globo.


Revista TV Brasil (2010).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MARÍLIA PÊRA no canal Memória da TV!


O talento e a pluralidade de Marília Pêra no musical Elas por Ela, exibido pela Rede Globo em 1992, já pode ser conferido no canal Memória da TV! Assistá já!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

1987











As emoções finais de Brega & Chique!



Revista Contigo! (1987).


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

1990
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ESPECIAL











No dia 3 de dezembro de 1990 foi ao ar o primeiro capítulo da novela "Lua Cheia de Amor". Inspirada em "Dona Xepa", obra teatral de Pedro Bloch, a história central já era conhecida pelo grande público. A novela homônima foi um grande sucesso em 1977, tendo Yara Côrtes no papel central.

Escrita por Ana Maria Moretzsohn, Ricardo Linhares e Maria Carmem Barbosa, "Lua Cheia de Amor" teve como protagonista a atriz Marília Pêra, que viveu Genu, uma simpática camelô que não media esforços para dar tudo do bom e do melhor aos dois filhos: o inseguro Rodrigo (Roberto Bataglin) e a ambiciosa Mercedes (Isabela Garcia).

Genu não teve a oportunidade de estudar, por isso mesmo tem um vocabulário todo próprio para se expressar, fato que envergonha seus dois filhos. Foi abandonada pelo marido, Diego (Francisco Cuoco), que fugiu logo depois que perdeu a loja de louças que os dois tinham em uma aposta de jogo. Mas Genu nunca deixou nada faltar aos filhos, ainda que levando uma vida modesta. Generosa e honesta ao extremo, era uma verdadeira lição de vida a todos que se aproximavam dela. Uma mulher batalhadora e com um grande coração, um coração do tamanho de uma lua, uma lua cheia de amor!

Se, por um lado, a novela não agradou o grande público, e não repetiu o sucesso de Dona Xepa, pelo menos brindou os telespectadores com uma das personagens cômicas mais interessantes da nossa teledramaturgia, a alpinista social Kika Jordão, interpretada com maestria por Arlete Salles, que roubou todas as cenas da novela. Sua luta incansável por se aproximar da socialite Laís Souto Maia (Susana Vieira) rendeu os melhores momentos da novela. Seu bordão "translumbrante, fofa!" caiu no gosto nacional. A personagem foi tão amada pelo público, que os autores acabaram permitindo que Kika conseguisse entrar de vez "pelas portas douradas da sociedade", e virasse amiga de sua musa, sua "irmã siamesa", Laís Souto Maia. Diferentemente do que aconteceu com a personagem Glorita, vivida por Ana Lúcia Torre, na versão de Dona Xepa de 77.

Destaque também para Isabela Garcia, que depois de viver muitas personagens doces nas novelas, mostrou muito talento ao interpretar a ambiciosa Mercedes.

Brilharam também: Drica Moraes, interpretando a cleptomaníaca Isabela; Lú Mendonça, como Zeli, a amiga de todas as horas de Genu, e Geraldo Del Rey, que viveu Túlio, o grande amigo que nutria uma paixão platônica pela camelô.

por Guilherme Staush
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MATÉRIAS

Revista Amiga (1990)


Quem é quem na novela


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Primeiros momentos da novela





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VÍDEOS
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O Memória da TV postou o primeiro capítulo, na íntegra, da novela "Lua Cheia de Amor" em seu canal, no You Tube. CLIQUE AQUI para conferir!
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

1972










ABRAM ALAS PARA SERAFINA


Fonte: Cartaz (12/10/72)

por: Gracinha Caldas


Simples, desajeitada, pobre e, ainda por cima, solteira aos 27 anos. Este é o personagem que agora não vai mais sair da cabeça de ninguém.
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Com algumas correrias e os incidentes que geralmente se verificam nos trabalhos de externas, teve início, no último dia 18, numa floricultura de Copacabana (Rio), a gravação de "Uma Rosa Com Amor", a novela de Vicente Sesso que vai estrear no dia 16 de outubro, no horário das 19 horas, pela Rede Globo.
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Dirigida por Walter Campos, que a considera a melhor já escrita para o horário (melhor até do que "Minha Doce Namorada"), "Uma Rosa Com Amor" tem tudo para agradar: otimismo, humor e amor de sobra, aliados, evidentemente, às complicações da classe média. O personagem central da novela é Serafina Rosa Petroni (Marília Pêra), uma jovem de 27 anos, que Sesso define como "o símbolo da esperança". Filha de italianos, ela mora num cortiço da Bela Vista, em São Paulo, trabalha em escritório e apesar da juventude é a tristeza da família: 27 anos e ainda não se casou. Marília Pêra está muito entusiasmada com o papel:
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- Depois de fazer Noeli, em "Bandeira 2" que no início amei e depois passei a detestar, por se ter perdido como personagem, fico feliz em fazer Serafina. É um papel lírico, de grande beleza. Evidentemente, trata-se de uma história para o horário das 19 horas, mas estou muito contente. Tudo o que o autor pretende já é dito na sinopse: a história de Sesso é muito bem definida.
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SONHOS DE MARIONETES
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Outro personagem de destaque na novela é seu Pimpinoni, que vai dar a Grande Otelo sua grande oportunidade na televisão. Ele será um velho tranqüilo, que vive de consertar bonecas, num quarto cheio de marionetes e ilusões. Numa das paredes, ele pregou o quadro que o definirá para os telespectadores: "Sorria ao menos uma vez em cada hora do dia. Terás uma jornada feliz e conhecerás a alegria". É Otelo quem diz:
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- Pimpinoni tem muito a ver com a história da lenda gaúcha "O negrinho do pastoreio", que durante toda minha vida sonhei em interpretar. Ele procura dar a felicidade a todo mundo, sem se importar muito com a sua própria vida. Conversando com os bonecos que fabrica, vive em seu mundo de ilusões, usando as marionetes para dar os conselhos que não consegue transmitir em palavras para os moradores do cortiço. Serafina Rosa é sua amiga número um.
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Mas não é a projeção que a televisão dá ao artista o que interessa a Otelo:
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- Fazer o Pimpinoni já é uma vitória -diz ele.
- Não só pela mensagem do personagem em si, mas principalmente porque o papel não foi escrito para um negro, foi escrito para um ator.
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TUDO MUITO SIMPLES
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Todas as manhãs, ao se levantar para ir para o trabalho, Serafina Rosa se prepara para enfrentar o assunto predileto da família. Ela, neta de imigrantes italianos, já fez 27 anos e continua solteira. Um dia, para resolver o problema, Serafina passa a enviar uma rosa diária para si mesma.
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A partir dessa situação, Vicente Sesso desenvolve toda a história, que vai girar sempre em torno do personagem de Marília. Ele comenta:
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- Minha história se passa num mundo muito simples, de uma mulher qualquer. Uma pessoa que luta pela vida, que não vê perspectivas maiores, mas que na sua rotina de inutilidades tem sempre uma esperança. Mas de poético ela não tem nada. É até mesmo desajeitada, uma pessoa sem a menor sofisticação, aquele tipo que quando diz "bom dia" está mesmo desejando que o dia da gente seja bom..
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Dramaturgo há 20 anos, produtor e diretor de TV, Vicente Sesso atualmente só escreve novelas. Famoso por suas histórias de amor, como "Minha Doce Namorada ", ele define "Uma Rosa":
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- Não suporto novelas burras e acho que "Uma Rosa" saiu desse esquema e tem muito a dizer, embora se passe no dia-a-dia de um cortiço.
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OS PERSONAGENS
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- Giovani Petroni (Felipe Carone) - pai de família tradicional, que exige das filhas casamento com véu e grinalda, fala pelos cotovelos, a demonstrar sua autoridade.
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- Amália (Lélia Abramo) - a mulher de Giovani, uma mulher otimista, que vive tentando amenizar os choques entre o carrancudo marido e os filhos.
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- Serafina (Marília Pêra) - é a filha mais velha do casal Petroni, solteira aos 27 anos, criticada por isso pelos pais e vizinhos, que, um dia, decide enviar a si mesma rosas com amor.
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- Terezinha (Nívea Maria) - a outra menina dos Petroni, às vésperas de se casar com um estudante de odontologia, Milton (José Augusto Branco), ainda é obrigada a namorar vigiada pela irmã mais velha, por exigência do pai.
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- Sérgio (Marcos Paulo) - o filho da pobre costureira Joana (Vanda Lacerda). Ele quer ser ator e a mãe trabalha o dia inteiro para sustentar seus estudos de teatro. Numa das transas mais quentes da novela, Sérgio vai se apaixonar por Roberta (Tônia Carrero), uma atriz que o ajudou, mas que ama outro jovem, Roberto (Roberto Philo).
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- Pimpinoni (Grande Otelo) - é o solitário consertador de bonecas, amado pelas crianças e amargo observador da vida dos pobres do cortiço.
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- Claude (Paulo Goulart) - é o rico industrial, ameaçado de se arruinar.
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- Nara (Yoná Magalhães) - uma desquitada ambiciosa, que pretende a fortuna de Claude, casando-se com ele. Por isso, ela vive mil problemas com filhos Roberto e Raquel (Beth Barcelos).
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- Frazão (Leonardo Vilar) - é o assessor e amigo de Claude, cujos problemas o deixam preocupado.
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- Dr. Egídio (Ênio Santos) - é o pai de Nara, o avô que substitui, com seu afeto, a mãe de Roberto e Raquel.
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- Afrânio (Ary Fontoura) - um viúvo paquerador, apaixonado por Serafina.
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OS PRIMEIROS ESPINHOS
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- Tudo foi feito dentro de planos e esquemas. Um dia antes da primeira gravação, Daniel Filho (diretor da Central Globo de Novelas) e Walter Campos (o diretor da novela) reuniram todo o elenco de "Uma Rosa Com Amor" para as instruções finais. Mas já nos primeiros dias de trabalho havia coisas a mudar: cenários, arranjos para detalhes que ficaram faltando (como os óculos redondos que Grande Otelo vai usar), cenas transferidas para outro dia. Além de todos esses atropelos, Walter Campos ainda sofreu um desastre, em São Paulo. Quebrou as costelas e ficará afastado das gravações durante um mês.


TV Pesquisa (PUC - Rio)

sábado, 1 de março de 2008

MUSICAL

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MARÍLIA PÊRA
Elas por Ela

No musical 'Elas por Ela", apresentado pela Rede Globo, em 1992, Marília Pêra prestou uma homenagem à várias cantoras da música brasileira.
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No vídeo, Marília aparece cantando: "Lata D'água", "Vai com jeito" e "Perigosa", neste mesmo musical.
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Assista Online
DICA: clique no "play" e depois no "pause". Espere o vídeo completar para depois assistir.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

2001
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ENTREVISTA
MARÍLIA PÊRA: "HOJE É FÁCIL SER FAMOSO"
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Revista Contigo! (2001)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

1990

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MARÍLIA PÊRA DISPARA CONTRA TUDO E TODOS NO JÔ ONZE E MEIA
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Revista Contigo (1990)