AS ESTRELAS DA TV (slideshow)

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

1995











Genica inocenta Padre Antonio!
Ela declara que o religioso não foi culpado por sua prostituição.
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Revista Contigo! (1995)


Sábado, 11 de Julho de 2009

FOTO HISTÓRICA


Nina (Myriam Rios), Pedro (Fábio Jr) e Sandra (Kátia D'Angelo) - o triângulo amoroso da novela "O Amor é Nosso!" (Rede Globo - 1981).




Foto: EGO
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1992

GLUB GLUB
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TRUQUES QUE DÃO VIDA AOS PEIXES


A fantasia sem limites das crianças que sintonizam a TV Cultura de São Paulo e a TVE do Rio elegeu os peixinhos do programa Glub glub como os novos heróis de uma galeria bem diferente dos personagens cibernéticos dos desenhos animados. Elas escrevem para a produção do programa perguntando se os dois são namorados, como eles vivem e outras bisbilhotices. O que elas não sabem é que para encarnar Glub e Glub, como se chamam entre si, os atores Carlos Mariano e Gisela Arantes passam por incômodas e calorentas sessões de maquiagem. Só eles, porque enquanto os dois suam, o diretor Arcângelo Mello Júnior se posta em outra sala, com ar condicionado, onde fica uma mesa de trucagens acoplada a um computador Ampex Digital Opticus (ADO), a máquina que compõe o resultado final no vídeo.

O efeito utilizado chama-se chroma key. O mesmo usado, de outra maneira, nos programas da MTV em que os VJs aparecem frente de alucinados desenhos abstratos. Diante de uma câmera, os atores aparecem vestidos com urna apertada malha verde. As malhas cobrem o corpo inteiro, menos as cabeças, que são recobertas por pesadas máscaras de peixe feitas de borracha, de cujas extremidades saem duas cordinhas acionadas pelos atores para movimentar os rabinhos. Outra câmera permanece fixa diante de uma parede pintada no mesmo tom de verde. Uma terceira focaliza um aquário de verdade, com uma televisão de brinquedo por trás. Como o verde sobre o verde é anulado eletronicamente, os corpos desaparecem. Através do computador e da mesa de vídeo, Arcângelo deixa as cabeças boiando. No processo final, os peixinhos são unidos aos outros cenários estáticos, e pronto, está montado o lar de Glub Glub.

"A gente se diverte muito", confessa Arcângelo. A cada semana a roteirista Lilian Iaki inventa novas historinhas e tenta colocar objetos que chamem a atenção. Recentemente o Glub apareceu de óculos escuros e a Glub com um curativo. Bia Rosenberg, chefe do departamento infanto-juvenil da TV Cultura, conta que no início os dois peixinhos seriam apenas elementos de ligação entre os desenhos de várias nacionalidades. "O sucesso foi tão grande que no próximo ano entrará um novo personagem na vida dos dois", adianta. A nova amiguinha dos peixinhos será a carangueja Carol. "Pretendemos continuar nesta linha, que diverte sem violência", determina Bia.

Para os dois atores, a dificuldade inicial de incorporar os peixinhos está superada. "No começo foi um pouco difícil porque eles não têm mãos e a gente tem que trabalhar só com o rosto, mas hoje já encontrei a linha do personagem", diz Gisela, que está em cartaz no teatro Tereza Rachel com a peça Ábaco. A força de sua Glub é tanta que, mesmo sem maquiagem ela já foi reconhecida nas ruas. "As crianças pensam que eu sou um peixe de verdade." A ilusão da eletrônica causa surpresas.

por: Apoenan Rodrigues


Fonte: Jornal do Brasil
TV pesquisa (PUC - Rio)

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

1975


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Dina Sfat teve uma presença marcante interpretando a Zarolha em Gabriela!
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Revista Contigo! (1975).



VÍDEO












O casamento de Nonô e Frozina

Nonô (Ary Fontoura) casa-se com sua empregada, Frozina (Berta Loran), no último capítulo da novela "Amor com Amor se Paga" (1984).


Reveja a cena

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

1978





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É Gilberto Braga quem realmente está escrevendo a novela?
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Revista Contigo! (1978)




Terça-feira, 7 de Julho de 2009

1978





TV Tupi



BOMBA!
Albertinho Limonta se apaixona por sóror Helena!
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Revista Contigo! (1978)


Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

2001

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RATINHO
Briga só vale diante das câmeras!
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Revista Contigo! (2001)

Sábado, 4 de Julho de 2009

1983










A MORTE DE JARDEL FILHO

No diário de Irene Ravache, a dor de uma ausência.


Revista Contigo! (1983)


Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

FOTO HISTÓRICA


Laio (Perry Salles) e Jocasta (Vera Fischer) na segunda fase da novela "Mandala" (Rede Globo - 1987).






Foto: Extra
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1995













QUEM É O SERIAL KILLER?

O elenco da novela tenta adivinhar quem é o assassino em série criado por Sílvio de Abreu. Será que eles acertam?


Confira os capítulos de 29 de maio a 3 de junho de 1995.
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Revista Contigo! (1995)

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

1975
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TV Tupi


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PAULO FIGUEIREDO
Ele é Ricardo Alexandre, o boa-vida da novela "Meu Rico Português".


Revista Contigo (1975)
1979
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TONY RAMOS
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O ator interpretou "Proposta", "Detalhes", "Outra Vez" e "Café da Manhã", sucessos na voz de Roberto Carlos, no programa "Fantástico" do dia 17 de junho de 1979.


Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

1978






TV Tupi




HÉLIO SOUTO

Lincoln Faria, seu personagem na novela "Salário Mínimo", é um cara rico, mas de inteligência curta!


Revista Contigo! (1978)


Domingo, 28 de Junho de 2009

VÍDEO








1976




CENA DA NOVELA

Risoleta (Dina Sfat) vai jantar na casa de Aristóbulo (Ary Fontoura), e conhece a mãe e o "pai" do professor.
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Assista Online



Vídeo: HclChicago
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Sábado, 27 de Junho de 2009

2003
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ESTRELAS
DAN STULBACH
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Dan Stulbach é o ex-marido que persegue Helena Ranaldi na novela!
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Revista Contigo! (2003).


MUSICAL
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NEY MATOGROSSO - VIAJANTE
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O cantor entrou em estúdio para uma gravação especial da música para o programa "A César..." , exibido pela Rede Manchete, em 1984. A música teve o arranjo original de 1981, quando fez parte da trilha sonora da novela "Baila Comigo", como tema de João Vitor (Tony Ramos).
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Assista Online


Vídeo: Pugaman 77
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

2001










Arthur e Lulu vão para a cama!
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Confira os capítulos de 19 a 24 de novembro de 2001.


Revista Ti ti ti (2001).
1980








BAND




VÍDEO

Paulo (Rogério Márcico), pai de Zezé (Alexandre Raymundo), tem uma conversa franca com o menino à sombra do pé de laranja-lima. Uma comovente cena do último capítulo da novela.
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Domingo, 21 de Junho de 2009

1983















NEY & DÉBORA, A NOVA DUPLA DAS 8!
"Anarquistas Graças a Deus" vai substituir "Sol de Verão".
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Revista Contigo! (1983)


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EM TEMPO
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"Anarquistas Graças a Deus" foi originalmente escrita para às 5 da tarde, mas com o término prematuro da novela "Sol de Verão", chegou a ser cogitada para substituí-la. Entretanto, a emissora decidiu por compactar a obra, que originalmente tinha 50 capítulos, e exibi-la como uma minissérie.
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Após "Sol de Verão", foi exibido um compacto da novela "O Casarão", de 1976, enquanto a emissora preparava "Louco Amor", de Gilberto Braga.
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Sábado, 20 de Junho de 2009

1980

VIAGEM NO TEMPO


PROGRAMAÇÃO DA TV

Confira a programação das emissoras de TV do dia 14 de outubro de 1980, com o resumo do capítulo das novelas da época.
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Revista Amiga (1980)

Material enviado por Ivan Gomes
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

1975












SANDRA BRÉA ENTRA NA NOVELA!
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Ela será Roberta, e vai disputar com Cândida (Susana Vieira) e Marina (Renée de Vielmond) o coração de Antônio Dias (Tarcisio Meira).
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Revista Contigo! (1975)


Morre o ator Perry Salles


Morreu, na quarta-feira, 17, o ator Perry Salles, em consequência de um câncer no pulmão. O corpo foi cremado, no início da tarde desta sexta-feira, no Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio. Muito abalada, Vera não compareceu à cerimônia. Sua filha, Rafaela, estava presente. Como não deixou, em vida, uma autorização para ser cremado, os familiares do ator tiveram dificuldade para conseguir tal documento.

Perry se mudou para a casa de Vera há cerca de quatro meses depois que seu estado de saúde se agravou. Perilúcio José de Almeida, como era seu nome, fez vários filmes e atuou em novelas. Na tevê, ficou marcado como o Laio, em "Mandala" (1987). Ficou por 16 anos casado com Vera Fischer, com quem teve Rafaela. De outro casamento, com Beatriz, teve Romeu e Rômulo. Já foi casado também com a atriz Miriam Melher, com quem teve o filho Rodrigo, morto em 1990, aos 20 anos, num acidente de moto. Ele também teve a filha Renata, que mora na Inglaterra.

Em 1998, o ator entrou em depressão. Por 18 meses Perry Salles passou seus dias praticamente sem ver a luz do sol. Enclausurado em uma das salas do Teatro Gamboa, que comprou em 1994, em Salvador, ele tentava se livrar de uma crise existencial. O quadro só foi revertido em 2000, quando Perry Salles recebeu um telefonema da atriz Ivone Hoffman, que o convidou para atuar na peça "Com amor". O apoio irrestrito de Vera Fischer, que se tornou sua melhor amiga, o ajudou a reerguer.


Fonte: Retratos da Vida

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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

CENAS INESQUECÍVEIS










Um dos grandes suspenses da novela Hipertensão (1986) foi a identidade do verdadeiro pai de Carina (Maria Zilda). A autora Ivani Ribeiro guardou este segredo para ser revelado no último capítulo da novela. Qual dos três velhinhos seria o verdadeiro pai da heroína? Napoleão (Cláudio Corrêa e Castro), Candinho (Paulo Gracindo) ou Romeu (Ary Fontoura)?
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Reveja esta emocionante cena
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Assista também a cena final do último capítulo da novela
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Domingo, 14 de Junho de 2009

ESTRELAS



MANFREDO COLASSANTI
Nunca é tarde pra começar!
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Revista Contigo! (1974)


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O ator participou de vários filmes e novelas, entre elas: Pai Herói, Sinal de Alerta e Paraíso. Morreu de edema pulmonar em 1983.
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

TV Cultura completa 40 anos com programação histórica a partir do dia 15.


Trajetória da emissora será relembrada com atrações que marcaram época na TV e no rádio
Há 40 anos, no dia 16 de junho de 1969, entrava no ar a TV Cultura de São Paulo, primeira emissora da Fundação Padre Anchieta. Começava entre os paulistas a televisão educativa, com a missão de disseminar cultura e informação, e contribuir para o fortalecimento da cidadania. Para comemorar a data, a Cultura leva ao ar, a partir de segunda-feira (15/6), programas que marcaram época.

Entre 15 de junho e 5 de julho, a Cultura exibe conteúdo retrospectivo em diversos programas, incluindo Metrópolis, Provocações, Zoom, Jornal da Cultura, Entrelinhas e Vitrine. Além disso, na terça-feira (16/6), as atrações infanto-juvenis que consagraram o canal e lhe renderam inúmeros prêmios, como Bambalalão, X-Tudo, Revistinha, Confissões de Adolescente e Vila Sésamo (gravado na década de 70), serão relembrados em mais de 10 horas de programação – das 8h às 19h15 – dedicadas às crianças e seus pais, que cresceram assistindo ao canal.

Na mesma data, o Jornal da Cultura começa a exibir um quadro de memória jornalística, com matérias que foram ao ar no mesmo dia, em algum ano das últimas quatro décadas.

Consagrados musicais da emissora também ganham espaço nessa retrospectiva. Na quarta-feira (17), às 22h10, o Ensaio apresenta um compilado com edições antológicas de três décadas do programa (1970, 1990 e 2000), incluindo a época em que a atração era chamada de MPB Especial. Histórias e canções de grandes nomes, como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ney Matogrosso e Os Paralamas do Sucesso, podem ser revistas, sob o comando de Fernando Faro. E para o domingo, 5 de julho, o Viola, Minha Viola também prepara um especial, com destaques da atração comandada por Inezita Barroso desde 1980.

A partir do dia 6 de julho, até 2 de agosto, a faixa das 20h às 21h será ocupada pelo Festival 40 Anos. Neste período serão levados ao ar 28 programas - na íntegra ou trechos – gravados nos últimos anos, nas áreas de dramaturgia, musicais, cultura, infantis, jornalismo e educação, e dedicados aos diversos públicos.

Mas as novidades não param por aí. A TV Cultura também ganha novas vinhetas com o slogan Cultura 40 Anos, a TV que Faz Bem, além de programetes relembrando atrações e personalidades que ajudaram a escrever a história da emissora, intitulados A História da TV Passa por Aqui, que serão exibidos no decorrer da programação.

Nas Rádios Cultura FM e Cultura Brasil a festa continua com uma série de programetes, de até dois minutos de duração, sobre as atrações jornalísticas, musicais e culturais de maior sucesso da TV.
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Fonte: http://tvcultura.com.br
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

1975








Vem aí... uma novela pra ficar na história!

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Revista Contigo! (1975)

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

1979







"Cabocla", de Benedito Ruy Barbosa, estreia amanhã!

A novela conta a história de Luís Jerônimo (Fábio Jr), um rapaz da cidade grande que se apaixona por Zuca (Glória Pires), uma caboclinha tímida que mora no interior do Espírito Santo.

Confira as primeiras cenas da novela, e ainda a música "Mágoas de Caboclo", que depois de 40 anos, foi gravada por Nelson Gonçalves para ser o tema de abertura da novela.

Vídeo exibido pelo "Fantástico", no dia 03/06/1979.
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

IMAGENS DO PASSADO


Kadu Moliterno e Rômulo Arantes na novela "Brilhante" (1981), onde viviam os personagens Afonso e Osmar, respectivamente.




























Foto enviada por Lufe.
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MUSICAL


CHARLENE - I'VE NEVER BEEN TO ME

A música foi tema de Márcia (Eva Wilma) na novela "Elas por Elas" (1982), além de voltar às paradas de sucesso quando o filme "Priscila, a Rainha do Deserto" estourou no mundo inteiro, em 1994.


1978









Marisa casou, mas não mudou!


Revista Ilusão (1978)


Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

1985



BASTIDORES DA TV

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Coluna de Chacrinha (Revista Amiga - 1985)

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

FOTO HISTÓRICA


Vitória (Cláudia Abreu), Tadeu (Thiago Martins) e Sabina (Marina Ruy Barbosa) choram a morte de Pedro (Henri Castelli) na novela "Belíssima" (2005 - Rede Globo).



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Foto: Terra
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1974












O dublê Iran Cardoso é o terceiro Hugo Leonardo de "O Semideus"!
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Revista Contigo! (1974)
1986
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Amanhã é a grande estreia do remake de Selva de Pedra!
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UM AMOR ATORMENTADO PELA AMBIÇÃO.
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Um homem avassalador em sua ambição de poder, luxo, riqueza. Na maratona para atingir seus objetivos, encontros e desencontros, conquistas e frustrações, e até mesmo a renúncia ao verdadeiro amor, trocado pelo envolvimento, mais conveniente, com uma mulher rica. Disso e de muito mais trato "Selva de pedra", história de Janete Clair exibida pela Rede Globo em 1972 e que volta ao ar amanha, às 20h30m, adaptada por Regina Braga e Eloy Araújo. Tony Ramos, Fernando Torres e Christiane Torloni vivem o triângulo Cristiano Vilhena, Simone e Fernanda. A direção dos 20 primeiros capítulos coube a Walter Avancini, que tem seu trabalho continuado por Denis Carvalho.
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Coincidentemente, foi Walter Avancini, diretor de mini-séries como "Grande sertão: Veredas" e "Anarquistas, graças a Deus", quem assumiu a direção de "Selva de pedra", no meio da trama, em 72. Agora, 14 anos depois, ele está de volta no comando dos 20 primeiros capítulos da novela, impondo ao enredo um novo olhar, próprio dos anos 80:
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- Minha função na novela é implantá-la e não existe outra forma de realizar isso que não seja buscar um outro tom, baseado nos códigos de comportamento de hoje. A estrutura permanecerá intocável, mas os diálogos foram retrabalhados e a trama, agilizada. Tanto que os 260 capítulos da versão anterior foram condensados em 160.
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A reedição de "Selva de pedra" não consiste numa idéia gratuita, já que diversos aspectos da novela permanecem atuais. E mais, poderão ser aprofundados, graças à ousadia de sua autora, Janete Clair. Diz Avancini:
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- Relendo a novela dentro de uma análise conceitual, descobri que "Selva" tem um lado muito atual, fruto do não maniqueísmo que a Janete exercitava. Embora ela tivesse uma superfície romântica e, por temperamento, tentasse justificar determinadas reações tidas como imorais nessa busca de poder, percebe-se que todos os personagens exercitam um tipo de imoralidade, tal como ele é conceituado em nossa sociedade. Cada um procura seu interesse, sem pudores em relação às armas que vai usar. Este movimento é absolutamente atual. E corre, ao lado disso, a capacidade inquestionável de Janete de criar e articular uma trama. Além disso, 72 foi uma época de muita repressão, de um moralismo absoluto, de uma censura total. Eu mesmo, quando assumi a direção da novela, por volta do capítulo 72, não aprofundei esse aspecto. Por outro lado, o público, que também fazia parte daquele cenário, tinha uma visão moralista condicionada pelo sistema e não conseguia ver esses aspectos da imoralidade. Fixou-se, então, nas relações românticas, pois o que se discutia na época era a decência, a honestidade. Todo mundo aceitava aquela visão artificial da sociedade brasileira. Hoje há espaço para se aprofundar essa discussão, mesmo mantendo a perspectiva romântica.
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"Selva de pedra" conta a história de Cristiano Vilhena, um homem decidido a conquistar seu lugar na sociedade, mas ao lado dos poderosos. Nessa escalada, ele chega a abdicar de Simone, uma escultora a quem ama verdadeiramente, para se envolver com Fernanda, mulher rica e apaixonada por ele. Em sua progressão social, Cris se ampara no tio, Aristides, dono do Estaleiro Celmu S.A., que o introduz no mundo que ambiciona. Mas nesse caminho até o topo nem tudo serão flores, segundo Avancini:
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- Cristiano não é uma pobre vítima nem nunca foi. Ele parte para a conquista de espaços na sociedade capitalista e não é bloqueado por nenhum conceito moralista nessa batalha. Na realidade ele é um amoral, pois seus dramas interiores não são verdadeiros sequer para alterar seu comportamento na busca do poder. Já em 72 Cris era um personagem que fugia aos padrões do mocinho romântico e essa linha de conduta se mantém. Isso não é tão fácil, no entanto. Quando um ator representa um personagem seu contemporâneo, ele tem que liberar o seu verdadeiro comportamento como indivíduo dessa sociedade. A tomada de consciência do próprio comportamento passa então a ser vivida como um bloqueio.
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É curioso isso. Surgem pudores nesse processo de auto-reconhecimento, pois é o exercício de suas sensibilidades como homens e mulheres de hoje. Este é um trabalho duro, mas o elenco tem se dedicado muito. Há uma vontade de atingir um entendimento do que seja esse processo. Só que do entendimento à concretização é um caminho longo, que espero que tenha continuidade com o Denis Carvalho, que assumirá a novela e para quem tenho passado todas as informações.
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Na difícil tarefa de atualizar "Selva de pedra", técnica e criatividade tiveram que aliar-se. E foram Regina Braga e Eloy Araújo os heróis da empreitada. "Foi um verdadeiro trabalho de estiva!", exclamam os autores. E não poderia ser diferente, já que, além dos capítulos, não havia nenhum material da época, seja de pesquisa, seja sob a forma de depoimentos das pessoas envolvidas. Assim os dois puseram mãos à obra. Atualizar era a palavra de ordem, precisa mas também extensa, na medida em que incluía desde as situações multas inverossímeis para os dias atuais -, os personagens - cujas trajetórias nem sempre eram coerentes - e as falas - diversas em desuso. Tudo isso mantendo inalterada a estrutura da novela, como explica Regina:
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- A grande dificuldade dessa adaptação é que percebemos, a partir das muitas leituras de "Selva" e de exaustivas discussões, que os personagens criados pela Janete são como peças de um jogo de xadrez, no qual o adversário era o público. Assim, se um personagem num momento correspondia a um peão no xadrez, no momento seguinte, em função da resposta do público, ele poderia se transformar na torre ou no bispo. Isso significa que a sua importância mudava. Era o jogo da Janete. Hoje, porém, vemos que essas mudanças nem sempre tinham uma coerência intrínseca. Ela fazia um jogo aberto, quase desrespeitando o jogo dramatúrgico. Muito bem, Janete não está mais entre nós, não podemos fazer esse jogo. Trabalhamos, portanto, numa obra fechada.
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Eloy lembra, ainda, que muitos anos se passaram:
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- Surgiram novos autores e, com eles, uma nova linguagem. Muita coisa mudou. Então, temos que pegar o jogo dela e transformá-lo para o código atual das novelas. Mas é maravilhoso olhar com profundidade para a forma com que Janete trabalhava. Geralmente, o que cansa em novela é o fato de ela ser feita em compartimentos estanques. Trabalha-se determinadas facções, resolve-se suas tramas e depois parte-se para arrumar outros núcleos. No trabalho de Janete, pelo menos em "Selva de pedra", ela produz acontecimentos que vão mexer com todos os núcleos. Claro que existem fatos paralelos, mas tudo caminha a partir de uma temática central. Não há tempo para que um núcleo se esgarce, pois nada fica para trás. Isso é muito importante para uma novela se tornar compacta e densa enquanto ação dramática.
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Junto a isso, ressalta Regina, há que se levar em conta a essência da televisão, veículo de comunicação de massa:
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- A comunicação em TV tem que ser imediata e dentro do senso comum. Não há tempo para atitudes mais pensadas. Os personagens são sempre muito bem definidos, os bons, os maus, o vilão, o herói, a mocinha...
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Mas como todas as regras, esta também tem exceções, afirma Eloy:
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- Na própria "Selva de pedra" Cristiano é um bom exemplo dessa exceção. Ele é um anti-herói. Envolve-se num crime, ambiciona o poder e para isso passa por cima de tudo, namora a Simone mas liga-se também a Fernanda, enfim, é um personagem conturbado, dividido, sofrido, e se deixa levar por toda a sua ambivalência.
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Ler, reler, descodificar, codificar, analisar, sintetizar. Estas as atividades dos autores antes de produzirem os capítulos.
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Bem, amanhã "Selva de pedra" está no ar. Uma história de desencontros, provocados pela ambição. Mas também uma fábula, pois após uma trajetória sofrida, com tombos e sofrimentos pelo caminho, enfim, a redenção: o poder nada é comparado à força regenerativa do amor!
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Fonte: O Globo (1986)
TV Pesquisa (PUC)
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